segunda-feira, 18 de junho de 2018

Produção nacional


Petrobras: produção média de petróleo cai 1,2% em maio

Publicado em 15/06/2018 - 19:33

Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro







A produção de petróleo e gás da Petrobras, incluindo líquidos de gás natural (LGN), atingiu 2,67 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) no mês de maio. Desse total, 2,57 milhões boed foram produzidos no Brasil e 96 mil boed no exterior. A produção total operada pela companhia tanto na parcela própria, como a dos parceiros, alcançou 3,34 milhões boed, sendo 3,2 milhões boed no Brasil.

Segundo a estatal, a produção média de petróleo no país ficou em 2,07 milhões de barris por dia (bpd). Esse volume representa uma queda de 1,2% em comparação ao mês anterior e, de acordo com a empresa, foi causada, principalmente, pela parada para manutenção da plataforma FPSO Cidade de Saquarema, localizada no campo de Lula no pré-sal da Bacia de Santos.

Já a produção de gás natural no Brasil, excluído o volume liquefeito, ficou em 81 milhões de metros cúbicos ao dia m³/d, o que significa alta de 2,4% em relação a abril. “Esse aumento se deve, principalmente, à maior demanda de gás para geração termoelétrica no estado do Amazonas e ao término da parada na plataforma do campo de Peroá, na Bacia do Espirito Santo”, indicou a Petrobras.

Exterior

Outro resultado positivo foi na produção de petróleo no exterior, que atingiu 59 mil bpd, volume 1,3% superior ao mês anterior. Com 6,4 milhões de m³/d, a produção de gás natural também registrou alta de 0,8%, se comparada ao volume produzido em abril. “Esses aumentos ocorreram em função da normalização da produção de óleo após manutenções realizadas no campo de Saint Malo, nos EUA, e da maior demanda de gás na Bolívia”, informou a companhia.

Edição: Denise Griesinger


quinta-feira, 31 de maio de 2018

Brasília linda


Governo do Distrito Federal autoriza início da reforma do Museu de Arte de Brasília






O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, autorizou na última terça-feira (24) o início da reforma do Museu de Arte de Brasília (MAB), que está fechado há 10 anos por recomendação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. A Engemil será a empresa responsável pelas intervenções orçadas em R$ 7.698.574,15.

Os recursos são provenientes do Banco do Brasil e da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), fazendo parte do programa Lugar de Cultura, que prevê a recuperação de espaços culturais no Distrito Federal.




A reforma prevê a adequação do edifício às normas de acessibilidade, implantação de placas fotovoltaicas na cobertura para geração de energia e climatização dos ambientes, além de laboratório para restauração, sala de triagem para recebimento e avaliação de obras e espaço para quarentena de obras quando necessário.

A fachada do Museu de Arte de Brasília possui traços simples que seguem a arquitetura modernista da cidade e, por isso, será preservada durante toda a obra. Vale lembrar que a edificação foi inaugurada em 1960 e tem a arquitetura assinada por profissionais da própria Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

A proposta de reforma foi aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), após passar por adaptações para atender normativas nacionais e internacionais, de acordo com a Secretaria de Cultura.

“Esta obra tem caráter simbólico grande para a nossa cidade, pois o MAB está fechado há dez anos e tem um acervo precioso de arte contemporânea”, comentou o governador.

A previsão é que o museu seja entregue em novembro de 2018. “Ainda em 2017, devolveremos à população o Centro Cultural de Dança. No ano que vem, serão entregues o Espaço Cultural Renato Russo e os complexos culturais de Samambaia e de Planaltina, que, assim como a recuperação do Teatro Nacional [Claudio Santoro], formam o acervo de espaços culturais fechados que serão reativados”, acrescentou Rollemberg.

Por Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb


quinta-feira, 17 de maio de 2018

O gigante se acertando: São Paulo


Plano Diretor Estratégico de São Paulo é complexo, mas trouxe inovações para o mercado imobiliário



Recém-completado três anos de sua implantação, o novo Plano Diretor Estratégico de São Paulo, lei municipal que orienta o crescimento e desenvolvimento da cidade, trouxe alguns avanços. Os dois pontos que mais tem chamado a atenção são as facilidades oferecidas para as incorporadoras que lançarem prédios mistos, onde estejam presentes tanto unidades residenciais quanto comerciais, e os empreendimentos lançados na área central de São Paulo.
Pode-se dizer que essas novas regras se enquadram no novo padrão de vida desejado pelas pessoas que querem ser mais dinâmicas e, assim, trabalhar, morar e se divertir sem precisar de longos deslocamentos. Isso também torna a cidade mais justa e igual, com transporte de qualidade e mobilidade, respeito ao meio ambiente e aos moradores.
Por outro lado, esse chamado uso múltiplo traz em seu conceito a questão da segurança. É importante destacar que, na medida em que essas áreas centrais fiquem mais ocupadas, a sensação de segurança passa a ser maior, já que o próprio poder público começa a olhar essa questão de maneira mais efetiva.
Além disso, os estudos das incorporadoras tem levado à construção de uma cidade mais justa, competitiva e inclusiva, pois esse movimento acontece em áreas próximas aos sistemas de transporte coletivo de massas, uma vez que mais de 60% dos empregos concentram-se no centro expandido, onde apenas 20% da população reside.
Outra meta do plano que tem se destacado é a que extingue o mínimo de vagas de estacionamento por empreendimento, que se transforma em uma maneira de desestimular o transporte por carros e, consequentemente, diminuir a poluição, o trânsito e as horas gastas ao ir e voltar do trabalho, por exemplo.
Ao colocar em prática essa medida, o governo de São Paulo busca acabar com a cultura de permitir que diversos bairros, geralmente muito mais populosos, fiquem distantes da oferta de empregos, serviços públicos, centros comerciais e afins.
São ações posicionadas estrategicamente para melhorar a estrutura da cidade, tanto na esfera pública quanto na privada, já que incentiva o mercado imobiliário a ser mais produtivo, sem deixar e obter lucro, mas que ofereça serviços de qualidade aos moradores.

Outra mudança que levou as incorporadoras a investir em projetos mais completos no que tange ás possibilidades existentes nas áreas de lazer, por exemplo, foi a limitação do tamanho das unidades habitacionais. O objetivo é evitar que no centro expandido sejam construídos prédios com um ou dois apartamentos por andar.

 VINICIUS AMATO, é diretor de incorporação da Gamaro

Assim, fica cada vez mais evidente que o resultado desse processo é fazer com que surja no centro de São Paulo e nas periferias, or meio de projetos industriais, um novo padrão de política urbana, que seja capaz de ampliar o espaço de cidadania, ao mesmo tempo que busca aumentar a eficácia da política urbana.
Embora não seja unanimidade entre os agentes que fazem com que o Plano Diretor aconteça, a verdade é que esse documento foi concebido como um novo modelo de gestão urbana que se identifique com as forças sociais existentes em torno de garantias e direitos que assegurem a redução das desigualdades sociais.
Apesar de poder destacar pontos de evolução no que tange o Plano Diretor, também é preciso ressaltar que sua aplicação é extremamente complexa, porque exige uma gestão constante, que envolve o poder público e suas várias esferas administrativas, a sociedade e a iniciativa privada, pois trata da promoção do direito à cidade para todos.



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sexta-feira, 30 de março de 2018

Novidades no Rio

PMI sobre Operação Urbana Consorciada Rio das Pedras, no Rio de Janeiro, atrai 11 empresas



A Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro divulgou recentemente que 11 empresas se interessaram no Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para o desenvolvimento da modelagem da Operação Urbana Consorciada Rio das Pedras, que prevê requalificar o Complexo de Rio das Pedras, localizado nos bairros do Itanhangá e Jacarepaguá, no município carioca.
São elas: MRL/MRV Engenharia e Participações; Quatro de Janeiro Administração e Participações; Direcional Engenharia; Construtora Tenda; Cury Construtora e Incorporadora; Mega Realizações Imobiliárias; João Fortes Engenharia; Construtora Novolar; Cattleya Empreendimentos Imobiliários SPE; Ghimel Construções e Empreendimentos; e Cofranza Construtora.


A região do Complexo Rio das Pedras com 854 mil m² possui atualmente uma população de 80 mil habitantes, se tornando a maior comunidade do Rio de Janeiro e a terceira maior do Brasil. De acordo com a prefeitura investimento será de R$ 5,4 bilhões para estudos anteriores ao PMI, R$ 2 bilhões para infraestrutura urbana e R$ 3,4 bilhões para a construção de habitações.
Serão realizadas implantação de vias para pedestres e interligação com os modais de transporte sustentável, visando a redução de impacto ao Meio Ambiente, tudo por meio de um plano de mobilidade. Há também no projeto a implantação de parques, praças e arborização, despoluição e recuperação ambiental de rios e margens das lagoas próximas a região, além da criação de ciclovias.
O Chamamento Público realizado em maio deste ano, determinou como objeto de estudo a área delimitada pelas Lagoas da Tijuca e do Camorim, Avenida Ayrton Senna, Avenida Isabel Domingues, Estrada Curipos, Estrada de Jacarepaguá, Rua Aroeira até a junção com a Rua Mario Tebyrica, daí em linha reta até o encontro da Rua Luís Carlos de Castro com a Rua Colins, por esta até a Rua Armostrong, Estrada de Jacarepaguá, Avenida Engenheiro Souza Filho até o encontro com a Rua Francisco Mangabeira e desse ponto perpendicular à avenida até a margem da Lagoa da Tijuca.
A assessoria do prefeito Marcelo Crivella, afirma que há a licitação do projeto está sendo avaliada. Para a próxima etapa, será realizada a análise e validação dos estudos pela equipe da Prefeitura.
Por Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb.


quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Opa, mais serviços



Caixa disponibiliza R$ 4,5 bilhões para apoio a projetos de infraestrutura em 2018 


Está aberta até o dia 2 de março a chamada pública da Caixa Econômica Federal de apoio projetos de infraestrutura em 2018, que serão analisados pelo Comitê de Investimento do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS). Os recursos disponíveis somam R$ 4,5 bilhões.
Podem participar da seleção projetos de construção, reforma, ampliação ou implantação de empreendimentos de infraestrutura nos setores de portos, aeroportos, rodovias, hidrovias, saneamento, energia e ferrovias.


No ano passado, o banco disponibilizou R$ 7 bilhões para contratações, sendo que na primeira chamada, em janeiro, foram pré-selecionados três projetos no valor aproximado de R$ 1,34 bilhão e na segunda chamada, em junho, sete projetos de cerca de R$ 1,34 bilhão.

O novo edital da chamada pública está disponível no site da Caixa, na área de downloads, opção “Fundo de Investimento do FGTS – FI-FGTS”. Nele é possível consultar regras, condições mínimas, restrições, critérios, prazos, documentos, forma de apresentação das informações necessárias e todas as etapas do processo, além dos requisitos mínimos para a habilitação e pré-seleção dos projetos que serão analisados.

O banco ainda vai promover roadshows em diversas capitais do País entre 15 de janeiro e 21 de fevereiro para quem quiser obter mais informações e esclarecer dúvidas. Os locais serão divulgados no mesmo local que está o edital da chamada pública no site da Caixa.